“Nós, o Brasil e a banalidade do mal” por Marcia Tiburi

“Hannah Arendt, filósofa que dá nome ao filme de Margarethe von Trotta, é autora de uma das obras filósoficas mais importantes do século 20. A diretora opta por retrarar a filósofa como uma pessoa comum, a professora envolvida com seu trabalho acadêmico, suas aulas e pesquisas. Fixa o enredo do filme no período em que … Continue lendo

Sinto muito, você não é especial

O título do meu post é o mesmo do artigo escrito pelo  Flávio Paranhos na Revista Filosofia (n. 80 / p. 32). A verdade é que copiei dele e queria muito reproduzir o texto inteiro aqui, mas não encontrei pela internet. A discussão muito me interessa. Não conheço  o autor, todavia em uma curta e … Continue lendo