Eu, o Coletivo ERER+ e o Festival Contemporâneo de Dança de São Paulo

Uma das experiências mais transformadoras dos últimos anos foi sem dúvida a criação e a imersão com o Coletivo ERER+. É com muita emoção que deixo esse convite aqui. Deixo também meu enorme agradecimento para a equipe do FCDSP pelo convite. E um outro enorme agradecimento para gestão E. E. Dr. Américo Marco Antonio por apoiarem nossos projetos. Estamos ansiosas!
_________________________________________________

“É com muita honra, garra e prazer que este ano convidamos o COLETIVO ERER+ – Educação para as relações étnico-raciais e outros marcadores das diferenças sociais –  a participar no festival. Nos dias 26 e 29 de Outubro este grupo de estudantes da Escola Estadual Dr. Américo Marco Antônio irá assistir a “Sismos e Volts” de Leandro de Souza (dia 26) e “Self Made Man” de Nina Santes (dia 29). Após as apresentações o coletivo terá a oportunidade de entrevistar os artistas com mediação de T. Angel, um performer, graduado em História, ativista pelos direitos humanos e dos animais, que trabalha com educação pública e se entende enquanto uma pessoa não-binária.”
Equipe FCDSP

_________________________________________________

O COLETIVO ERER+ – Educação para as relações étnico-raciais e outros marcadores das diferenças sociais – é constituído por um grupo de estudantes da Escola Estadual Dr. Américo Marco Antonio, que assume o compromisso de ir além, ampliando através de várias ações pedagógicas  o campo de atuação escolar, dando atenção especial a todo tipo de discriminação, visando a equidade na educação pública para todas as pessoas. Ainda hoje as diferenças sociais desembocam em desigualdades sociais e segregações espaciais, isto é, em violências. É urgente que tenhamos uma educação para construção de um mundo acessível para todos os corpos, todas as subjetividades e todas as pessoas. Um trabalho que precisa se iniciar na base envolvendo toda comunidade escolar: família, estudantes, profissionais da educação, gestão e toda equipe de apoio que faz a escola funcionar. Para isto é preciso repensarmos criticamente a escola, a educação, o nosso papel dentro desse espaço e as relações que se atravessam dentro desse contexto. A escola pública precisa assumir abertamente e firmar compromisso direto contra toda e qualquer forma de discriminação. Dentro da escola não pode mais haver espaço para o racismo, xenofobia, sexismo, machismo, LGBTQfobias, gordofobia, capacitismo e nenhuma forma de discriminação. A escola não pode mais ocupar o lugar da omissão e da indiferença diante dessas violências tantas.

Mais informações: http://erermais.blogspot.com

Link do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/270025030383616/

Ingressos e mais informações sobre o Festival:
https://fcdsp.org

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: