Sinto muito, você não é especial

O título do meu post é o mesmo do artigo escrito pelo  Flávio Paranhos na Revista Filosofia (n. 80 / p. 32). A verdade é que copiei dele e queria muito reproduzir o texto inteiro aqui, mas não encontrei pela internet. A discussão muito me interessa.
Não conheço  o autor, todavia em uma curta e pobre pesquisa vi outros textos com títulos polêmicos – e que me interessam -, entre Poesia não salva ninguém e a Arte não serve para nada. Passando por ambos rapidamente me pareceu que apenas os títulos soaram como punhaladas.

Centrando em Sinto muito, você não é especial, o texto discute o hiato entre humanos e as amebas (ou robôs)… Copio pequenos trechos aqui, enquanto não encontro o texto completo digitalizado.

“Mistério é algo adorável, mas não científico, já que depende da ignorância. O homem desenvolveu-se a partir dos animais, e não há nenhuma descontinuidade importante entre ele e a ameba” – Bertrand Russell

“Why you can’t make a computer that feels pain” – Daniel Dennett

“As máquinas podem pensar?” – Alan Turing

“Estou com medo Dave. Dave, minha mente está se evanescendo. Posso sentir. Eu posso sentir isso. Posso sentir… Estou com medo…” – HAL 9000

Ficam ainda as sugestões de filmes A.I. Inteligência Artificial, Blade Runner e Uma Odisseia no Espaço.
Igualmente a sugestão de leitura de João de Fernandes Teixeira com A mente pós-evolutiva.

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