Bolsonaro vai apresentar projeto de lei para separar sangue gay do hétero nos hospitais

Eu não sei… Fico pensando se informações como essa que toco agora, chegam e param unicamente sobre o meio LGBT. Será?
Não vi nenhuma manifestação nas redes sociais sobre esse caso e nos jornais televisivos não vi nada também. O silêncio tétrico me mata.
Verdade seja dita, eu me sinto tão agredido, ofendido e violentado por esse tal Bolsonaro e família, afinal de contas o nepotismo grita e todos que se mostraram até agora, são de péssimo – ou nenhum – caráter… Tudo tão ruim quanto o próprio pai Bolsonaro e os seus “ideais”.

O senhor Bolsonaro agora vai apresentar um projeto de lei para separar o sangue doado por gay daquele que é doado por hétero.
Fico pensando que esse boçal está ganhando (e muito bem) para ficar criando essas loucuras e atrasando as nossas vidas. Até quando?
Esse sujeito desgraçado, pois ele só traz desgraça para a nossa socidade, perde, cada vez mais, toda e qualquer relação com o bom senso.
Por “sorte” – e ironia do destino – ele é bastante rico e provavelmente não vai precisar implorar para conseguir doadores e tão pouco visitar um serviço público de saúde. Uma pena.

Abaixo reproduzo a matéria publicada no Mix Brasil e escrita por Marcelo Cia.

Bolsonaro quer separar sangue de gays do sangue de héteros nos hospitais
RJ) afirmou nesta quinta-feira que vai propor um projeto de lei que garanta que a pessoa que necessitar de transfusão de sangue possa optar por receber apenas sangue doado por um heterossexual. Segundo o deputado, homossexuais correm risco de ter o vírus HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis 17 vezes a mais que heterossexuais, e isso justificaria sua proposta. Ainda segundo Bolsonaro, esse é um dado do próprio Ministério da Saúde, que recentemente flexibilizou oa doação de sangue para homossexuais. Até então, homossexuais eram proibidos de doar sangue. A partir do mês de junho último, o Ministério da Saúde lançou novas regras para a doação de sangue e garantiu que o homem homossexual possa doar sangue desde que tenha parcerio fixo ou que não tenha feito sexo nos últimos doze meses.

O deputado Bolsonaro afirma que o sangue doado é “todo misturado” e que, portanto, o receptor deve saber se está recebendo sangue gay ou heterossexual.

A proposta ainda não foi apresentada na Câmara.

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