Trabalhando duro para o “Peso do Cinza e as memórias de nós”

Estou muito empolgado e feliz com essa coisa de dirigir uma ação performativa e logo de cara um trabalho grande e cheio de minúcias.
Preciso agradecer o Tendal da Lapa que nos cedeu espaço para que pudessemos “ensaiar” ontem, melhor dizer passar algumas ações práticas e também reler umas ideias. Ah! E discutir algumas novas possibilidades!

“O peso do cinza e as memórias de nós” irá fechar o palco da arte corporal na Virada, baita responsa. Estou muito excitado e feliz!

Obrigado aos queridos performers que estão se doando e acreditando no potencial crítico e anárquico desse trabalho. Feliz!

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