Cardápio Underground bem servido!

Como eu disse por  aqui em meu último post, na última sexta-feira fui performar em Bragança Paulista no 8º Cardápio Underground. Chegando na cidade, depois de 2 horas do Tietê e de ter perdido um ônibus, o clima do fim de tarde era convidativo.


Já estive em Bragança em uma outra oportunidade, mas dessa vez senti uma vibração diferente e mais intensa por lá. As pessoas mais pulsantes, talvez fosse o dia quente ou talvez fosse apenas a minha imaginação. Sendo uma ou outra, a sensação era muito agradável e é isso o que importa.
Logo me encontrei com a Tabata e algumas pessoas que estavam também no festival. Fui conhecer o espaço onde rolaria a ação e, uau, cai apaixonado de imediato.

Arrumamos as coisas e fui para o hotel.
Que delicia de arquitetura as cidades do interior tem e mais gostoso ainda é observar como as pessoas se apropriam desses espaços. Sem muita reflexão do que fazer com o que, simplesmente fazer e ponto. A falta de reflexão é no sentido de não ficar sendo “cabeçudo” e fazendo coisas “cabeçonas” demais.
Eu vi um rapaz dormindo debaixo de uma árvore, numa grama verdinha, a expressão era de tanta paz. Fiquei pensando que tanta gente não consegue tirar um sono como aquele no conforto de suas camas king size, são tantas neuroses… Ele dormia lá ao chão, em paz… Eu gosto de ver as pessoas dormindo tranquilas.
O tempo era curto. Basicamente tive tempo de jantar e me arrumar para performance. Ah! E trocar algumas – tantas – mensagens com o Rafa.
Nunca havia usado agulhas de 2 mm na testa. A falta de lubrificante não ajudou muito, mas passei rapidamente as danadas.
Retornamos ao Cardápio e logo comecei a performance. Foi muito, mas muito legal mesmo. Cara, o curso da USP/UNESP deu um gás diferente para o meu trabalho e pra minha vida. Senti muito isso durante essa ação. Algumas pessoas depois vieram conversar comigo, alguns disseram que gostaram, outros queriam saber mais… Essa relação “ação X público” está me interessando um bocado.
Acabando o trabalho, fui curtir um pouco do festival. Ah! antes ainda, a Tabata sugeriu de expor algumas figuras da performance e lá fomos nós pendurar tudo. Os pernilongos vibraram e se deliciaram no meu sangue.

Vi alguns shows, tomei cerveja e tinha até lanches veganos, que por sinal estavam saborosos!!!
Acabando os shows, fomos descansar… Sometimes it’s necessary. 😛
Era cedinho quando eu acordei, dormi pouco menos de 3 horas… Tomei um café da manhã delicioso no hotel, vista bonita, pássaros cantando, sol brilhando… Fui caminhando e me perdendo pela cidade até chegar na Rodoviária.


A viagem de volta foi tranquila. Aproveitei pra ler um pouco e tirar alguns minutos de sono.

Bem, preciso dizer que agradeço demais o convite da Tabata. Não esperava e veio num momento muito feliz. Dizer também que sou grato não só pelo convite, mas por ter a oportunidade de tê-la como amiga. Agradecido por sua energia e olhar que abraça e acolhe. Benditos sejam esses encontros!

Algumas fotos da ação. Em breve eu pego o registro de tudo, até já.

Por Du Ozaki


Por Fernando Fabris

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